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Sabia que Maria Keil foi pioneira de uma Arte Pública? I Serigrafias&Afins I Lisboa

Maria Keil desempenhou um papel crucial na renovação do azulejo contemporâneo em Portugal.


O azulejo é em Portugal uma forma de arte, usada desde o século XVI de modo original, em revestimentos totais das arquiteturas, transformando o interior de igrejas e palácios e, a partir do século XlX, as fachadas dos prédios.


As primeiras estações do Metropolitano de Lisboa, abertas ao público em 1959, retomaram essa tradição através de revestimentos desenhados pela pintora Maria Keil, qualificando estes espaços urbanos com a criação artística em azulejo.


Autora quase exclusiva das estações da rede do Metropolitano até aos primeiros anos da década de 1970, Maria Keil foi pioneira de uma Arte Pública que, a partir de 1991, se viria a diversificar, dando início a outro ciclo de vida do Metropolitano de Lisboa, aberto a diferenciadas propostas de arquitetura e de intervenção artística, agora pluridisciplinar, de numerosos autores nacionais e internacionais.

Maria Keil nasceu em 1914, em Silves. Foi uma pintora e ilustradora portuguesa, pertencendo à segunda geração de pintores modernistas portugueses. A artista realizou uma obra vasta e diversificada que abarca a pintura, o desenho, a ilustração, o azulejo, o design gráfico e de mobiliário, a tapeçaria, a cenografia, entre outros.


Para além de Maria Keil, a Serigrafias & Afins orgulha-se ter representada na sua coleção artistas que também contribuíram para a arte nas estações, sendo o caso de Árpád Seznes, Bartolomeu Cid dos Santos, Helena Vieira da Silva, Jacinto Luís, João Cutileiro, Joana Rosa, José de Guimarães. Júlio Pomar, Manuel Baptista, Manuel Cargaleiro, Nikias Skapinakis, Noronha da Costa e Pedro Calapez.

Conheça melhor a artista e as suas obras aqui.

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