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Serigrafias de Hans Horing

Serigrafias de Hans Horing
Título: Sé de Lisboa
Técnica: Serigrafia  
Dimensão: 41x30cm (mancha) 61x43 cm (papel)
Edição: 120 exemplares
Ano: 1983
Referência: HH0001  
P.V.P.: 400 €
Serigrafias de Hans Horing
Título: Feira da Ladra
Técnica: Serigrafia  
Dimensão: 41x30cm (mancha) 61x43 cm (papel)
Edição: 120 exemplares
Ano: 1983
Referência: HH0002
P.V.P.: 400 €
Serigrafias de Hans Horing
Título: Lisboa – Calçada do Carmo
Técnica: Serigrafia  
Dimensão: 41x30cm (mancha) 61x43 cm (papel)
Edição: 120 exemplares
Ano: 1983
Referência: HH0003
P.V.P.: 400 €
Serigrafias de Hans Horing
Título: Lisboa – Praça da Figueira
Técnica: Serigrafia  
Dimensão: 41x30cm (mancha) 61x43 cm (papel)
Edição: 120 exemplares
Ano: 1983
Referência: HH0003
P.V.P.: 400 €

Sobre Hans Horing

Chegou ao Brasil em 1986 e instalou-se em Santa Teresa, no Rio de Janeiro, tornando-se conhecido pelos seus desenhos urbanos, celebrados pelo Jornal do Brasil nos anos 1990.​

 

O seu trabalho integra coleções no Brasil e no estrangeiro, incluindo o Museu Histórico de Lecce e a Fundação Oswaldo Cruz, que o convidou a ilustrar o seu castelo comemorativo.

 

Um desenho seu da Ponte Golden Gate foi capa da revista dos 50 anos da construção.Atualmente vive em Paraty, onde continua a desenhar, inspirado pela arquitetura colonial e pela natureza da Mata Atlântica.

Nascido em 1943, em Görlitz, na antiga Alemanha Oriental, estudou Belas Artes na Kunstakademie Dresden e, já instalado na Itália, especializou-se em Restauração de Quadros Antigos pela Escola Pública de Arte do Ministério da Cultura italiano.

Hans Hornig é um estudioso da arquitetura e das formas naturais, especialista em desenhos com tinta nanquim.

O artista herdou o gene artístico do pai e aperfeiçoou seus traços durante viagens por países como Portugal, Itália, Espanha, França, Estados Unidos e Brasil. Com precisão, capta a elegância e as minúcias de obras arquitetónicas e paisagens naturais. Seu trabalho vai além do registo histórico e das transformações urbanas, revelando a essência dos lugares que retrata.

Hans Hornig aventura-se na pintura a óleo e na combinação do nanquim com aquarela, que o permite exaltar as cores intensas de floradas de orquídeas e de animais que o fascinam. Ele também é um retratista experiente, que imprime personalidade em suas criações.

Fugindo da guerra e da miséria, viveu mais de cinco décadas como artista itinerante, trabalhando nas ruas da Europa, Estados Unidos e Brasil. Reproduziu obras célebres e registou com detalhe a arquitetura dos locais que percorreu, produzindo desenhos em bico de pena e tinta nanquim e retratos de pessoas de múltiplas origens.

Na década de 1970 viveu sete anos na província de Lecce, onde documentou a arquitetura barroca local — obras apresentadas em 2024 na exposição Hornig e a alma perdida de Lecce.

 

Se gosta de arte ligada à natureza, poderá também achar interessante as serigrafias de Marçal e Silva Palmeira.

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