Pedro Calapez

Serigrafia de Pedro Calapez, Azul

DISPONÍVEL:

 

Título: Azul

Técnica: Serigrafia

Dimensões: 48,5 x 69 cm

Ano: -

Edição: -

Referência: PC0001

P.V.P.: 500 €

Sobre Pedro Calapez

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1953 - 1975: Pintor português nascido a 24 de fevereiro, em Lisboa.

Dado o seu percurso académico, não era fácil prever uma viragem para a prática da pintura. Estudava Engenharia no Instituto Superior Técnico de Lisboa, enquanto exercia a atividade de fotógrafo profissional quando, em 1972, decidiu frequentar os cursos de iniciação artística que a Sociedade Nacional de Belas-Artes disponibilizava livremente. Foi esta a sua formação, completada em 1975, a que se seguiu a frequência na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa.

Entre 1986 e 1998: Foi professor no Ar. Co, Lisboa, tendo sido responsável pelos departamentos de desenho e de pintura.
Na base desta obra estão reproduções de imagens, constituídas em dossiers que o artista vai guardando e reutilizando indefinidamente. As referências podem ser eruditas ou não, ligadas à cultura popular da banda desenhada ou às arquiteturas imaginárias e arruinadas que Piranesi imaginava e desenhava no século XVII. Toda a sua obra, pintura e desenho, parte da apropriação dessas imagens, da sua descontextualização e posterior recontextualização, numa atitude pós-moderna que Calapez partilha com outros artistas da sua geração.


Tematicamente, a sua pintura ocupa-se da construção de um espaço, ou de uma multiplicidade de espaços e, mais recentemente, da capacidade de reproduzir um espaço através da pintura e do desenho.
 

Para além das exposições, individuais e coletivas, as participações na bienal de Veneza de 1986 e dos prémios que recebeu (cite-se o Prémio União Latina, em 1990), Calapez realizou igualmente cenografias para espetáculos, assim como executou diversas obras públicas tendo projetado uma praça para a Exposição Mundial de Lisboa em 1998 e um painel cerâmico para o metropolitano de Lisboa.

Se gosta deste artista, poderá também achar interessante os trabalhos de Jacques Monory, Augusto Barros e Nadir Afonso.