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Fun Fact | Optical Art, que arte é? I S&A I Lisboa

Optical art, também conhecida como op art, é um estilo de arte que usa ilusões ópticas para criar efeitos visuais intrigantes e dinâmicos. Esse movimento artístico surgiu na década de 1960 e foi influenciado pela arte abstrata e pela arte cinética.

Os artistas de op art geralmente trabalham com padrões geométricos precisos e cores contrastantes para criar a ilusão de movimento ou profundidade. Eles utilizam técnicas como o uso de grades, repetições e mudanças sutis de cor e forma para criar imagens que parecem estar se movendo ou vibrando diante dos olhos do espectador.

A op art é frequentemente associada à psicodelia e ao movimento pop art da década de 1960. Essa forma de arte foi influenciada pela ciência e pela tecnologia, bem como pelos avanços no estudo da percepção visual.

A op art tem sido utilizada em vários campos, desde a moda até a publicidade, bem como em filmes e vídeos musicais. Alguns dos artistas mais conhecidos do movimento incluem Bridget Riley, Victor Vasarely e Richard Anuszkiewicz.

Em resumo, a optical art, ou op art, é um estilo de arte que utiliza ilusões ópticas para criar imagens intrigantes e dinâmicas. Essa forma de arte surgiu na década de 1960 e é influenciada pela arte abstrata e cinética. A op art é conhecida por suas técnicas precisas e uso de padrões geométricos, e tem sido usada em vários campos, desde a moda até a publicidade. A arte geométrica é um tipo de arte que usa formas geométricas simples, como linhas retas, círculos e triângulos, como elementos principais da composição. Ela é muitas vezes associada ao movimento da arte abstrata, que surgiu no início do século XX, quando os artistas começaram a explorar novas formas de expressão artística.

Destacamos neste artigo o artista Artur Rosa, que se dedicou a esta temática com a obra Homenagem a Josef Albers.



Os processos de progressão e repetição das conhecidas séries Homage to the Square desenvolvidas por Albers, servem aqui de modelo operativo a Artur Rosa, que submete um dos seus estudos geométricos a um desdobramento em três partes. Numa gradual alteração de escala, e de forma repetitiva, essas partes sobrepõem-se, funcionando como uma sucessão que assume como referente a presença de uma composição de Josef Albers.

Investigando as propriedades da cor e recorrendo ao vermelho – uma cor que aqui nos é apresentada nas três variações cromáticas determinadas pela composição de Albers –, neste trabalho são ilusoriamente definidas diferentes profundidades.

Num caleidoscópico jogo de articulação entre peso e leveza, entre cheio e vazio, ou entre configuração e reconfiguração, é desenvolvida uma abstração dinâmica que estabelece uma tensão entre o bidimensional e o tridimensional, e que recria “a evolução de um quadrado numa malha logarítmica” – assinalando assim uma continuidade com os diversos estudos que ao longo da década de 1960 Artur Rosa desenvolveu em pintura, mas que também testou em escultura.


Submetidas a uma rigorosa progressão, as figuras geométricas assumem deste modo diferentes dimensões, enunciando um fluído processo de transmutação formal que, enquanto introduz uma estrutura rítmica, provoca uma sugestão de movimento.

Com efeito, de acordo com os códigos Op, e tendo por base um forte contraste figura/fundo, é no olhar do espectador que esse movimento se realiza, sendo assim convocada uma relação direta com o público.

Descubra mais sobre o artista aqui:




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