Vítor Pomar

Serigrafia de Vítor Pomar, Título: Personagem
Serigrafia de Vítor Pomar, Título: Personagem

DISPONÍVEL:

Título: Personagem

Técnica: Serigrafia

Dimensões: 77 cm x 55 cm

Ano: 1986

Edição: 95 exemplares assinados e numerados

P.V.P: 460€ 

Sobre Vítor Pomar

Fotografia do artista plástico Vitor Pomar

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADtor_Pomar

Vítor Pomar está representado em diversas coleções, públicas e privadas, podendo destacar-se as seguintes: Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Lisboa; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto; Ministério das Finanças, Lisboa.

1949: Nascimento do artista plástico, filho do pintor Júlio Pomar.

1966 – 1969: Frequenta a Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP) e de Lisboa (ESBAL).

1970: realiza a sua primeira exposição individual (Galeria Quadrante, Lisboa).

Nesse mesmo ano parte para a Holanda, onde reside até 1985; estuda na Academia Livre de Haia e na Academia de Arte de Roterdão, completando os estudos em 1973.

1973-1974: Ensina serigrafia na Academia Livre de Haia.

1974-1982: Visita o México com uma bolsa do Ministério da Cultura da Holanda e trabalha durante cinco meses em Nova Iorque em 1982.

"Foi durante este período que Vítor Pomar consolidou um processo criativo muito próprio, combinando experimentalismo e espiritualidade na sua abordagem exploratória da pintura, e sobretudo no modo como esta se entrecruza com outras técnicas artísticas a que recorre sistematicamente, como a fotografia, o vídeo, o filme, o desenho ou a escultura".

Na sua obra inicial aproxima-se do expressionismo abstrato, em pinturas a preto e branco caracterizadas por "pinceladas de ritmos livres e orgânicos", a que se segue uma outra fase "em que estas pesquisas pictóricas de teor expressionista cedem lugar a composições mais estruturadas" (ver, por exemplo, Sem título, 1982, coleção CAM, FCG).

Pomar dedica-se também à fotografia; e realiza filmes experimentais em formato Super 8 e 16mm onde estabelece um "diálogo com a fotografia e a pintura, dentro duma estética conceptual tributária de Stan Brakhage, Jonas Mekas ou Chris Marker. Os vídeos experimentais de Pomar, [...] eram como registos diarísticos da sua ocupação do estúdio, da cidade que o envolvia e da evolução dos seus trabalhos pictóricos, revelando a sua absoluta indistinção entre o viver e o fazer artístico".

1985: Após o regresso a Portugal interrompe a produção artística.

1987 – 1989: Funda e dirige a Associação cultural Casa-Museu Álvaro de Campos em Tavira. Retoma a prática artística no final da década, expandindo a sua atividade para novos meios de expressão.

Realiza pinturas, fotografias, instalações, objetos. Expõe na Galeria EMI - Valentim de Carvalho e na Galeria Graça Fonseca.

1988: A sua obra fotográfica é alvo de uma exposição no Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

2001: Expõe na Galeria Trem, Faro, e na Galeria Pedro Cera, Lisboa, "reunindo, em ambas as mostras, composições firmadas no uso da cor, que traduzem um programa de pintura que toma a filosofia oriental (Budismo Zen) e a dimensão mística e espiritual da própria existência pessoal do artista como valores essenciais da criação artística".

2003: É-lhe atribuído o Prémio EDP Arte 2002, ao que se seguiu uma exposição antológica da sua obra no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto.

2007: A editora ASA (agora pertencente à Leya) publica a primeira grande retrospetiva em dois volumes sobre o trabalho do artista nas várias vertentes: pintura, desenho, fotografia, escultura e vídeo. A publicação inclui ainda três extensos ensaios com uma explicação teórica e filosófica sobre Vítor Pomar que combina experiência estética e reflexão sobre a condição humana, bem como uma antologia de textos da autoria do artista. No ano seguinte a Fundação de Serralves reedita o livro Vitor Pomar - O Meu Campo de Batalha, relativo à exposição de 2003 no Museu de Arte Contemporânea de Serralves (textos de João Fernandes).

2011: Expõe uma vez mais no Centro de Arte Moderna (FCG, Lisboa), apresentando séries fotográficas e a quase totalidade da sua obra fílmica e videográfica.

2012: A sua exposição Atributos do Ar, tem lugar na galeria Bloco 103. Nesse mesmo ano apresenta, no Museu da Eletricidade / Fundação EDP, Lisboa, a exposição Uma Pátria Assim... Such a Homeland; essa exposição ficou registada também em livro com o título Uma Pátria Assim.