Graça Morais

Se gosta deste artista,  poderá também achar interessante os trabalhos de Cruzeiro Seixas, Emerenciano e José de Guimarães.

Serigrafia de Graça Morais

DISPONÍVEL:

Técnica: Serigrafia

Dimensões: 57 x 41 cm

Ano: -

Edição: -

Referência: GM0001

P.V.P.: 550 €

Serigrafia de Graça Morais

DISPONÍVEL:

Técnica: Serigrafia

Dimensões: 58 x 40 cm

Ano: -

Edição: -

Referência: GM0002

P.V.P.: 550 €

Serigrafia de Graça Morais, "Mães por Timor"

DISPONÍVEL:

Título: Mães por Timor

Técnica: Serigrafia

Dimensões: 40 x 48 cm

Ano: 1999

Edição: -

Referência: GM0003

P.V.P.: 500 €

Sobre Graça Morais

1948: Nasceu na aldeia de Freixiel, em Trás-os-Montes.

 

1955: Frequentou a escola primária de Vieiro

 

1957-58: viveu em Moçambique, tendo regressado no ano seguinte a Vieiro. Começou a frequentar o colégio de Vila Flor.

1961: Ingressou no Liceu de Bragança. Nos anos seguintes, pinta os cenários para uma representação do Auto da Alma de Gil Vicente, e colabora no jornal do liceu.

 

1966: ingressou na Escola Superior de Belas Artes do Porto para estudar pintura. Chagall e Van Gogh são as suas primeiras referências.

 

1970: Neste período, realizou a primeira viagem ao estrangeiro, a LondresAmesterdão e Paris, em 1970.

1971: Concluiu o curso de pintura em 1971 e apresentou a exposição de avaliação do 5.º ano, na Escola Superior de Belas Artes do Porto.

 

1972-74:  Vai viver para Guimarães, onde lecionou Educação Visual. É aí que, em 1974, expõe pela primeira vez, no Museu Alberto Sampaio.

1975:  participa nos Encontros Internacionais de Arte de Viana do Castelo. Funda, com oito artistas e um crítico de arte, o Grupo Puzzle, com o qual colaborou em exposições coletivas durante dois anos.

 

1976-78: Viveu em Paris, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Conhece os artistas Eduardo Arroyo e Bernard Rancillac e aprofunda o estudo da obra de PicassoMatisse e Cézanne.

 

1978: Em maio realiza uma exposição individual no Centro Cultural Português em Paris.

 

1980: Apresenta a exposição na Sociedade Nacional de Belas Artes: O Rosto e os Frutos.

 

1981: Vai viver para Vieiro. "Retrouver et dire sa vie", título de um texto que publicou em Paris, passa a ser o móbil condutor da sua obra. Realiza uma exposição individual na galeria Roma e Pavia, no Porto. Inicia séries de grandes dimensões, onde se destacam a incisão do traço e a expressividade dramática da sua encenação dos motivos que desenha.

1982: visita em Colónia a grande exposição de arte ocidental Westkunst, a Documenta em Kassel e a Bienal de Veneza.

 

1983: Inicia a sua relação profissional com o galerista Manuel de Brito e expõe na 111, em Lisboa, e no Museu do Abade de Baçal, em Bragança.

 

1984: Expõe no Museu de Arte Moderna de São Paulo: Mapas e o Espírito da Oliveira, cujos trabalhos apresenta previamente em Lisboa, na Sociedade Nacional de Belas Artes. Expõe vinte desenhos na Árvore. Integra a exposição Onze Jovens Pintores Portugueses, no Instituto Alemão, em Lisboa, comissariada por Rui Mário Gonçalves. Apresenta a mesma exposição, em 1985, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. A mesma série, acrescentada da série Erotismo e Morte, figura na exposição da Universidade de Granada. É publicada a monografia Graça Morais, Linhas da Terra, de António Mega Ferreira (Imprensa Nacional-Casa da Moeda).

 

1987: Colabora com capa e dez desenhos na ilustração de O Ano de 1993, de José Saramago. Realiza a exposição em Lisboa, na 111: Evocações e Êxtases. Participou em coletivas de pintores portugueses em MadridSão PauloRio de Janeiro e Washington.

 

1988: A convite do Embaixador de Portugal, visita Cabo Verde. Relaciona-se com o meio artístico local e é uma das fundadoras da primeira editora cabo-verdiana independente, a Ilhéu Editora. No ano seguinte, expõe o resultado da sua visita no Centro Cultural Português, na Cidade da Praia, e no Mindelo. Assina o desenho da capa e quatro ilustrações para O Príncipe Imperfeito, de Clara Pinto Correia.

 

1990: Expõe trabalhos recentes, posteriores ao seu regresso de Cabo Verde, em Macau.

1991: Recebe o Prémio SocTip – Artista do Ano. Executa o painel de azulejos para o novo edifício da Caixa Geral de Depósitos. Está representada na exposição sobre Arte nas Embaixadas Ibero-americanas, em Washington.

 

1992: Visita o Japão, acompanhando uma viagem do Centro Nacional de Cultura. O diário pintado da viagem (com textos de Jorge Borges de Macedo e Alberto Vaz da Silva) será publicado no ano seguinte. Executa a exposição da série "O Mundo à Minha Volta" na galeria Kimberly, em Washington, e na Scott Allan Gallery, em Nova Iorque.

1993: Realiza a cenografia para a peça de Jean Genet Os Biombos, levada à cena pelo Teatro Experimental de Cascais de Carlos Avillez. Implementa a exposição antológica da sua obra no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães.

 

1994: A sua exposição antológica é apresentada na Galeria da Mitra, em Lisboa. Participa na coletiva Waves of Influence, sobre cinco séculos de azulejaria portuguesa, nos Estados Unidos.

 

1995: Compõe a cenografia e figurinos para a peça Ricardo II, de Shakespeare, com encenação de Carlos Avillez. Implementa a exposição da série As Escolhidas, na 111 em Lisboa.

 

1997: Executa a exposição antológica Memória da Terra, Retrato de Mulher, na Culturgest, em Lisboa, e no Museu Soares dos Reis, no Porto. Inaugurou um painel de azulejos na estação da Bielorrússia do Metro de Moscovo. Realiza a exposição na Galeria Ratton dos painéis de azulejos Os Cães. É editado o livro Graça Morais, com textos de Vasco Graça Moura e Sílvia Chico (Quetzal/Galeria 111).

 

1998: Realiza a exposição na 111 do Porto: Geografias do Sagrado. A mesma exposição é apresentada, em 1999, em Itália, na cidade de Trento, e em Lisboa, no Palácio Foz. Expõe Sete Tapeçarias na Galeria Tapeçarias de Portalegre, em Lisboa, e a série Anjos da Montanha, na Galeria Ratton.

 

2000: Expõe a série 'Terra Quente – Fim do Milénio', na 111, em Lisboa. Joana Morais filma o documentário 'Na Cabeça de uma Mulher está a história de uma Aldeia', sobre a vida e a obra da mãe, Graça Morais.

2001: Expõe, em Paris, a mesma série no Centro Cultural da Fundação Calouste Gulbenkian e Deusas da Montanha na delegação do Instituto Camões. Orpheu e Eurydice, de Sophia de Mello Breyner Andresen, é editado com trabalhos da artista.

 

2002: É apresentada a exposição na 111, em Lisboa: A Idade da Terra.

 

2003: Realiza a exposição, A Terra e o Tempo, no Museu da República Arlindo Vicente, em Aveiro. Nessa ocasião, é editado o livro A Terra e o Tempo (Pintura e Desenho 1987/2003) (Câmara Municipal de Aveiro).

 

2004: Concebe painéis de azulejos para a estação de Metro da Amadora e para a central elétrica de Vilar de Frades. É editado o livro O Segredo da Mãe, com textos de Nuno Júdice sobre pinturas de Graça Morais (Quetzal).

 

2005: Expõe, na 111 do Porto, a série Visitação. É editado o livro Uma Geografia da Alma (Bial). "Retratos e Auto--Retratos", Centro Cultural de Cascais; "Os olhos azuis do mar", Centro de Artes de Sines.

2006: "Diálogos com a Terra", Galeria Ratton, Lisboa; "Retratos e Autorretratos", Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda.

2006/2007: "Graça Morais na Coleção da Fundação Paço d’Arcos – Pintura, desenho e azulejo (1982 a 2006)", Galeria Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa.

2007: "Silêncios", Biblioteca Municipal de Chaves e Museu Municipal de Amadeo de Souza-Cardoso, Amarante; "Orpheu e Eurydice", Paços da Cultura de São João da Madeira e Casa da Cultura da Trofa.

2007/2008: "In sofrimento", Museu Municipal - Edifício Chiado, em Coimbra.

2008: "Graça Morais na Coleção da Fundação Paço d’Arcos – Pintura, desenho e azulejo (1982 a 2006)", Galeria do Palácio, Biblioteca Municipal Almeida Garret, Porto. "Graça Morais: Pintura e Desenhos" na Galeria 111, Porto.

2008/2012: Série de exposições no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, inaugurado em 2008.

2009: Inaugura na Galeria Ratton, Lisboa, a exposição de pintura e desenho 'A Máscara e o Tempo'.

2012: "A Caminhada do Medo" na Cooperativa da Árvore, Porto e no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, Bragança.

2013: Recebe o Grande Prémio Aquisição 2013, atribuído pela Academia Nacional de Belas-Artes.

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Fonte de Imagem:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Graça_Morais

Livros – ilustração e participação

Ilustra poetas e escritores tais como: Manuel António Pina; José Saramago; António Alçada Baptista; Pedro Tamen; Nuno Júdice; Clara Pinto Correia; Ana Marques Gastão; José Fernandes Fafe; António Osório; Sophia de Mello Breyner Andresen, entre outros:

  • 1987 – Ilustração de Livro de Poesia "O Ano de 1993" de José Saramago, editorial Caminho. 

  • 2001 – "Orpheu e Eurydice", Sophia de Mello Breyner Andresen, edição Galeria 111, com pinturas suas.

  • 2002 – "O Reino Maravilhoso", de Miguel Torga, Publicações Dom Quixote, com pinturas suas. 

  • 2003 – "O Anjo de Timor", de Sophia de Mello Breyner Andresen, Ed. Ceneteca, com ilustrações suas.

  • 2004 – "O segredo da Mãe", de Nuno Júdice, Editora Quetzal, sobre pinturas de Graça Morais. 

  • 2007 - "As Metamorfoses", de Agustina Bessa-Luís, pinturas e desenhos de Graça Morais, Publicações D. Quixote. 

Livros – publicações (seleção)

  • 1980 – "O Rosto e os Frutos", textos de Fernando de Azevedo, S.N.B.A., Lisboa.

  • 1985 – "Graça Morais, Linhas da Terra", António Mega Ferreira, edição INCM.

  • 1986 – "História de Arte em Portugal", Rui Mário Gonçalves, Publicações Alfa.

  • 1991 – "Graça Morais, Artista do Ano", Prémio Soctip compilação de textos críticos e reprodução de pinturas de 1966 a 1991, Soctip Editora.

  • 1993 – "Japão, Diário de Viagem", Textos de Alberto Vaz da Silva, Borges de Macedo, pinturas Graça Morais, Editora Quetzal.

  • 1996 – "Espelho Imaginário – Pintura, Anti pintura, Não-pintura", autor Eduardo Lourenço, INCM.

  • 1997 – "As Escolhidas, Graça Morais", de Manuel Hermínio Monteiro, Editora Assírio e Alvim.

  • 1997 - "Graça Morais", Vasco Graça Moura e Sílvia Chico, edição Quetzal/Galeria 111, com o patrocínio do BPI.

  • 1997 - "Memória da Terra/Retrato de Mulher: Exposição Antológica de Graça Morais", textos de Fernando Pernes, Sílvia Chicó e Rui Mário Gonçalves. Publicação Culturgest.

  • 1998 – "Graça Morais, Rostos da Terra", edição Cooperativa Árvore.

  • 2000 – "Graça Morais, Terra Quente, O Fim do Milénio", textos de António Carlos Carvalho, fotografias de Roberto Santandreu, editora Gótica.

  • 2001 – "100 Quadros Portugueses do séc. XX", autor José Augusto França.

  • 2002 - "A Idade da Terra", com texto de Maria Velho da Costa. Edição Galeria 111.

  • 2003 - "A Terra e o Tempo", com textos de Fernando Pernes e entrevista de Ana Marques Gastão. Publicação Câmara Municipal de Aveiro.

  • 2005 - "Visitação", texto de Manuel António Pina. Edição Galeria 111.

  • 2005 - "Graça Morais,Os Olhos Azuis do mar", texto de António Mega Ferreira, fotografias de Augusto Brázio. Publicação Câmara Municipal de Sines.

  • 2005 – "Uma Geografia da Alma", Graça Morais, Edições Bial.

  • 2005 - "Graça Morais, Retratos e Autorretratos", texto de Sílvia Chicó, Edição pela Fundação D. Luís I.

  • 2006 – "A pintura de Graça Morais como condição do drama e da fábula", texto de Cristina Tavares. Cordoaria Nacional, Lisboa.

  • 2007 - "Graça Morais: In Sofrimento", texto de José Vialle Moutinho. Publicação Câmara Municipal de Coimbra.

  • 2011 - "Graça Morais: Prémio de Artes Casino da Póvoa 2011", textos de Laura Castro e Antonio Tabucchi.

Cenografias

Filmes

  • 1997 – As Escolhidas, filme de Margarida Gil, baseado na obra de Graça Morais. 

  • 1999 – Na Cabeça de uma Mulher está a História de uma Aldeia, documentário de Joana Morais, sobre a vida e obra de Graça Morais. 

  • 2001 - Terra Quente, O Fim do milénio de Joana Morais, percurso por Trás-os-Montes com Graça Morais 

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