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Lisboa | Portugal

servicodeboutique@serigrafiaseafins.pt

© 2020 por Serigrafias & Afins. 

Júlio Pomar 

DISPONÍVEL:

Técnica: Serigrafia

Dimensão: 58 cm X 50 cm

Número de Exemplares:
Coleção
: Marinheiros e Companhia

Referência:
Preço Unitário (com IVA): 615 €

DISPONÍVEL:

Técnica: Serigrafia

Dimensão: 58 cm X 50 cm

Número de Exemplares:
Coleção
: Marinheiros e Companhia

Referência:
Preço Unitário (com IVA): 615 €

DISPONÍVEL:

Técnica: Serigrafia

Dimensão: 58 cm X 50 cm

Número de Exemplares:
Coleção
: Marinheiros e Companhia

Referência:
Preço Unitário (com IVA): 615 €

Sobre Júlio Pomar

1926: Nasce em Lisboa.

1940-50: Teve uma ação artística e cívica intensa e é consensualmente considerado o mais destacado dos cultores do neorrealismo nacional.

1942: Realizou a primeira exposição no ateliê em que trabalhava. Nessa altura é convidado por Almada Negreiros a participar na VII Exposição de Arte Moderna do Secretariado de Propaganda Nacional/Secretariado Nacional de Informação (SPN-SNI).

1942-44: Frequentou a Escola de Belas Artes de Lisboa.

1944: Integrou a Escola de Belas-Artes do Porto e iniciou diversas colaborações com jornais como “A Tarde”, “Seara Nova”, “Vértice”, “Mundo Literário” e “Horizonte”. Ainda neste ano participou no movimento artístico "Os Convencidos da Morte".

1945: Realização de obras que refletiam o seu ativismo político, como “O Gadanheiro” exposto na Sociedade Nacional de Belas Artes, assim como em textos seus publicados em jornais.
 

1946: 1ª Exposição da Primavera do Ateneu Comercial do Porto.

1947: Responsável pela organização da 1.ª exposição individual de desenhos, no Porto. Nesse mesmo ano o mural que tinha realizado para o Cinema Batalha foi arruinado pela PIDE. Posteriormente deixa o Porto e regressa à cidade de Lisboa. É detido durante quatro meses e o seu quadro “Resistência” é confiscado na II Exposição Geral de Artes Plásticas da Sociedade Nacional de Belas-Artes.

2ª metade dos anos 50: Começa a distanciar-se do ativismo político e do idioma figurativo inicial.

1956: Criou a cooperativa “Gravura”, para a realização e disseminação de obras gráficas com artistas como José Júlio e Rogério Ribeiro. O movimento passa a ser a marca do seu trabalho, visível em obras como “Pescadores”.

1963: Radica-se em Paris. Sem nunca abandonar o pendor figurativo, liberta-se do compromisso neorrealista.

1974: Viveu o período revolucionário e a 10 de junho participou na execução de um painel comemorativo da queda do regime.

1975: Até aqui as suas obras foram focadas no retrato, utilizando apenas a cor saturada e o geometrismo.

1983: Apresentou a série “Os Tigres”, na Galeria 111, em Lisboa.

1984: Participou na decoração da estação do Alto dos Moinhos, parte da rede do metropolitano de Lisboa.

Atualidade: Pertence à 3ª geração de pintores modernistas portugueses.