Rui Toscano

Referência: RT0001
Referência: RT0002
Referência: RT0003

DISPONÍVEIS:

Título: Pequenas Nebulosas ​

Técnica: Impressão a jacto de tinta sobre papel Photo Rag® Bright White ​

Dimensões: 31,5 x 31,5 cm

Ano: 2015

Edição: #13 #14 - numeradas de 1/5 a 5/5 ​

P.V.P. Unitário: 585 €

Sobre Rui Toscano

1970: Nascido em Lisboa, frequentou os cursos de pintura e escultura da Ar.Co e da Faculdade de Belas Artes de Lisboa.

 

1993: Começa a expor regularmente, participando em iniciativas organizadas por si e por outros artistas da sua geração como “Zapping Ecstasy”, no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (1996) ou “X-Rated”, na ZDB, em Lisboa (1997).

Paralelamente à sua carreira de artista plástico prosseguiu diversas linhas de atividade na área da música e do "video-jamming" integrando vários grupos (entre eles os Tone Scientists) com grande visibilidade na cena cultural nacional. 
 
Rui Toscano tem demonstrado uma grande eficácia na exploração dos mais diversos media, desde o desenho à instalação multimédia, exibindo uma potencialidade criativa, aplicada a uma atitude claramente pós-moderna. Antes de mais, expõe uma clara compreensão da experiência contemporânea e respetivas tecnologias. No cerne dessa compreensão está a noção de um estado de contemplação que já não comporta uma noção de interioridade nem radica numa ideia de sujeito. Consequentemente, a noção de atenção deixa de implicar uma intenção por parte do observador. ¶
 
Em peças tais como Infinity (2001), uma "video-landscape" de São Paulo projetada sob o recorte da palavra INFINITY, Rio 09 May 2001 (2002), uma outra "video-landscape" do Rio de Janeiro, My Bloody Valentine (2000) ou The accelerating Collision of Future and Past in the Post-Modern Era (1997), Rui Toscano exibe a experiência da contemplação como essencialmente alienante. Essa alienação é o sintoma de um sublime tecnológico que se impõe ao sujeito na verdadeira aceção do termo e, nesse sentido, Rui Toscano é o mais romântico dos artistas, assumindo do romantismo o seu original radicalismo (One hundred over the rainbow, 2000) numa altura em que este só pode aparecer enquanto projecção nostálgica de si próprio. Em T (1998) um autorretrato enquanto letra do alfabeto ou Black Painting - Perfect Lovers (1997) a noção de um "eu" enquanto instância de introversão externaliza-se em automatismo. Em The Foyer Affair (2001) Rui Toscano enquanto gangster de "film noir" fuma um cigarro e "fades to blue".

1997- 2000: Desenvolve com João Carrilho, o projeto Dub Video Connection. Fez, ainda, parte do grupo Houseware Experience, com João Paulo Feliciano, Helder Luis e Rui Valério. Integrou o coletivo Houselab, com João Paulo Feliciano, Rafael Toral, Rui Gato e Helder Luis.

2000: Vencedor, ex.aequo com João Onofre, do Prémio União Latina.

Expôs em instituições e galerias como o Museu de Serralves, no Porto; Cristina Guerra Contemporary Art, em Lisboa; Culturgest, Lisboa; MEIAC, Badajoz.

2009: Projetou a exposição “The Great Curve”, para o espaço Chiado 8. As suas obras estão representadas nas coleções da Caixa Geral de Depósitos, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, PLMJ, entre outras.

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