JOÃO QUEIROZ

Referência: JQ0001
Referência: JQ0003
Referência: JQ0005
Referência: JQ0007
Referência: JQ0002
Referência: JQ0004
Referência: JQ0006
Referência: JQ0008
DISPONÍVEL

Técnica: monotipia em encáustica sobre papel Japan Shoji 48g​

Dimensão: 46 x 38 cm (papel)​

Ano: 2018

Edição: Peças únicas

P.V.P. Unitário de cada monotipia: 2200 €

Referência: JQ0009

O que  é a monotipia?

Técnica que remonta ao século XVII, é um processo de reprodução de um desenho ou mancha de cor em prova única, daí o nome “monotipia”.

aqui conjugadas com a encáustica, técnica de pintura que utiliza a cera como aglutinadora dos pigmentos, traduzem-se em obras em que a densidade cromática contrasta com a leveza do papel japonês em que são impressas"

A prova obtida, monotipia, não é um duplicado fiel do desenho ou mancha original, na passagem para o papel (impressão), as tintas misturam-se fazendo surgir efeitos imprevisíveis.

Sobre João Queiroz

1920: Nasce, na Amadora, em Portugal.

Frequenta a Escola António Arroio, em Lisboa.

1948: Adere ao grupo “os Surrealistas”, com Mário Cesariny, Pedro Oom, Henrique Risques Pereira, António Maria Lisboa, Mário Henrique Leiria, Fernando José Francisco, Fernando Alves dos Santos e Carlos Calvet. Nos anos 50 deixa Portugal e parte em direção a África fixando-se em Angola. Com o intensificar da guerra colonial abandona Àfrica e regressa a Portugal onde produz ilustrações para “Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica”, de Natália Correia,

1967: Inaugura com Mário Cesariny a exposição Pintura Surrealista, na Galeria Divulgação, no Porto. Em 1969, novamente com Cesariny, integra a Exposição Internacional Surrealista na Holanda e durante a década de 70 mostra trabalhos seus em inúmeras coletivas do movimento surrealista internacional, principalmente aquelas ligadas ao Grupo Phases ao qual havia, entretanto, aderido. Nas décadas seguintes, depois de cortar relações com Cesariny, afastar-se-á dos circuitos de consagração mercantil e institucional. Fixa-se no Algarve e continua a apresentar os seus trabalhos em exposições individuais e coletivas.

2006: A Perve Galeria apresentou “Cesariny, Cruzeiro Seixas e Fernando José Francisco e o passeio do cadáver esquisito”. Esta exposição marcou o reencontro dos três artistas. Foram apresentadas obras originais realizadas entre 1941 e 2006 - ano em que realizou um conjunto inédito de 12 “Cadavres Exquis”. Está representado nas coleções do Museu do Chiado (Lisboa); Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa); Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro; Museu Nacional Machado de Castro (Coimbra); Museu Francisco Tavares Proença Júnior (Castelo Branco); Fundação António Prates (Ponte de Sôr), Fundação Cupertino de Miranda (V.N.Famalicão), Fundación Eugénio Granell (Galiza), entre outras.

2020: Falecimento, em Lisboa, a menos de um mês de completar 100 anos.

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